Como na maioria dos blogs, chega um momento em que o mundo exterior torna-se absolutamente hegemônico e o blog fica um pouco de lado.
Apesar da ausência virtual, o grupo de estudos continuou em funcionamento. Desde a última postagem, tivemos os encontros 7, 8 e 9 (hoje).
Estivemos lendo o texto sobre comércio exterior. Relembrando, nesse trabalho, é utilizado o modelo GTAP (entrem nesse site, neste momento está sendo homenageado um professor brasileiro que participa do projeto) para elaborar quatro cenários diferentes de liberalização de tarifas no comércio exterior. Esses resultados são utilizados como recompensas (pay-offs) numa análise em termos de Teoria dos Jogos das diferentes opções que se apresentam aos participantes: Brasil, Argentina, EUA, União Européia.
Nos encontros 7 e 8 discutimos principalmente as características do GTAP. Thiago e Renato elaboraram documentos que ainda serão disponibilizados no site do Grupo. Em paralelo às discussões, foram levantadas diversas questões relacionadas ao nosso país. Caímos freqüentemente na seguinte questão: por que o nível das discussões sobre o país, suas escolhas, seu futuro, é tão raso? por que na verdade essas discussões são praticamente inexistentes no espaço público, restringindo-se a nichos localizados? Várias hipóteses foram levantadas, foi lembrado o baixo nível educacional da nossa população em geral (uma causa/efeito?), mas principalmente pareceu haver consenso que faz parte do que devemos pensar para o nosso grupo, à medida que ele se consolidar em termos de dinâmica e de participantes, uma ação de abertura e de divulgação de idéias, possivelmente envolvendo outros cursos da universidade como o curso de Comunicação.
No encontro de hoje, 16 de maio, discutimos o modelo de jogo utilizado (jogo seqüencial em que o Nafta toma iniciativa, seguido da União Européia e do Mercosul) e analisamos os primeiros resultados, que indicam o caráter favorável de uma liberalização geral do comércio para o Brasil e explicam a insistência dos EUA no estabelecimento da ALCA.
Discutimos também os próximos passos e optamos por parar a leitura deste artigo neste ponto e destinar o próximo encontro à elaboração do Estudo de Caso baseado na primeira leitura. Parece-nos que é muito importante terminar este primeiro semestre de atividade com uma publicação engatilhada.
Apesar da ausência virtual, o grupo de estudos continuou em funcionamento. Desde a última postagem, tivemos os encontros 7, 8 e 9 (hoje).
Estivemos lendo o texto sobre comércio exterior. Relembrando, nesse trabalho, é utilizado o modelo GTAP (entrem nesse site, neste momento está sendo homenageado um professor brasileiro que participa do projeto) para elaborar quatro cenários diferentes de liberalização de tarifas no comércio exterior. Esses resultados são utilizados como recompensas (pay-offs) numa análise em termos de Teoria dos Jogos das diferentes opções que se apresentam aos participantes: Brasil, Argentina, EUA, União Européia.
Nos encontros 7 e 8 discutimos principalmente as características do GTAP. Thiago e Renato elaboraram documentos que ainda serão disponibilizados no site do Grupo. Em paralelo às discussões, foram levantadas diversas questões relacionadas ao nosso país. Caímos freqüentemente na seguinte questão: por que o nível das discussões sobre o país, suas escolhas, seu futuro, é tão raso? por que na verdade essas discussões são praticamente inexistentes no espaço público, restringindo-se a nichos localizados? Várias hipóteses foram levantadas, foi lembrado o baixo nível educacional da nossa população em geral (uma causa/efeito?), mas principalmente pareceu haver consenso que faz parte do que devemos pensar para o nosso grupo, à medida que ele se consolidar em termos de dinâmica e de participantes, uma ação de abertura e de divulgação de idéias, possivelmente envolvendo outros cursos da universidade como o curso de Comunicação.
No encontro de hoje, 16 de maio, discutimos o modelo de jogo utilizado (jogo seqüencial em que o Nafta toma iniciativa, seguido da União Européia e do Mercosul) e analisamos os primeiros resultados, que indicam o caráter favorável de uma liberalização geral do comércio para o Brasil e explicam a insistência dos EUA no estabelecimento da ALCA.
Discutimos também os próximos passos e optamos por parar a leitura deste artigo neste ponto e destinar o próximo encontro à elaboração do Estudo de Caso baseado na primeira leitura. Parece-nos que é muito importante terminar este primeiro semestre de atividade com uma publicação engatilhada.